Hino de Pernambuco - Alceu Valença

sábado, 23 de janeiro de 2010

Maracatu


Maracatu é uma manifestação cultural da música folclórica pernambucana afro-brasileira. É formada por uma percussão que acompanha um cortejo real. Como a maioria das manifestações populares do Brasil, é uma mistura das culturas indígena, africana e européia. Surgiu em meados do século XVIII. Foi criado para formar uma critíca as cortes portuguesas. A orquestra do Maracatu Nação é composta apenas por instrumentos de percussão: vários tambores grandes (alfaias), caixas e taróis, ganzás e um gonguê (metalofone de uma ou duas campânulas, percutidas por uma vareta de metal).Hoje em dia, se usa os agbes ou xequerês(instrumento confeccionado com uma cabaça e uma saia de contas). O Mestre de Toadas "puxa" os cantos, e o coro responde. As baianas têm a responsabilidade de cantar, outras vezes, são os caboclos, mas todos os dançarinos também podem participar. O Maracatu se distingue das outras danças dramáticas e das danças negras em geral pela sua coreografia. Há uma presença forte de uma origem mística na maneira com que se dança o Maracatu, que lembra as danças do Candomblé.

Cortejo

Os cortejos de maracatu são uma tentativa de refletir as antigas cortes africanas, que ao serem conquistados e vendidos como escravos trouxeram suas raízes e mantiveram seus títulos de nobreza, para o Brasil.

O Cortejo é composto por uma bandeira ou estandarte abrindo as alas. Logo atrás seguem a dama de paço, que carrega a mística Calunga, representando todas as entidades espirituais do grupo. Atrás dela seguem as baianas e pouco depois a corte e o rei a rainha dos maracatus. O titulo de rei e rainha é são passados de forma hereditária. Essa ala representa a nobreza da Nação.

Mantendo o ritmo do desfile seguem os batuqueiros. Os instrumentos são diversos, alfaias, que são tambores, caixas ou tarois, ganzás e ABs, esse conduzidos de por mulheres que vão a frente desse grupo e que fazem do seu toque um show a parte.

Personagens

As personagens que compõem o cortejo são os seguintes:

  1. Porta-estandarte, que leva o estandarte; este contém, basicamente, o nome da agremiação, uma figura que o represente e o ano que foi criada.
  2. Dama do paço, mulher que leva em uma das mãos a CALUNGA(boneca de madeira, ricamente vestida e que simboliza uma entidade ou rainha já morta).
  3. Rei e rainha, as figuras mais importantes do cortejo, e é por sua coroação que tudo é feito.
  4. Vassalo, um escravo que leva o PALIO(guarda-sol que protege os reis).
  5. Figuras da corte: príncipes, ministros, embaixadores, etc.
  6. Damas da corte, senhoras ricas que não possuem título nobiliárquicos.
  7. Yabás, mais conhecidas como baianas, que são escravas.
  8. Batuqueiros, que animam o cortejo, tocando vários instrumentos, como caixas de guerra, alfaias (tambores), gonguê, xequerês, maracás, etc.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Caboclinho


Caboclinho é uma dança do folclore popular brasileiro de origem indígena. Seu primeiro registro data de 1584. Caboclo no Nordeste significa a mistura de índio com branco e caboclinhos são os filhos dos caboclos. A dança representa batalhas, caçadas e colheitas. A música, leve e ligeira, é executada por pífanos, reco-recos e ganzás, acompanhada pelos estalidos que os dançarinos fazem com seus arcos e flexas.As coreografias são muito ricas, com passos que exigem desenvoltura e excelente forma física. O caboclinho é a expressão máxima da genialidade e miscigenação do povo brasileiro.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A minha arte

É com esse olhar curioso que vamos buscar a beleza das coisassimples da vida e desmanchar a idéia de que teatro é um “bicho de oito cabeças”. Pois teatro é arte e arte é simplesmente nossa vida. É isso mesmo, teatro são os melhores momentos da nossa vida transferidos para o “palco”.No dia-a-dia, vira e mexe nós estamos vivendo tragédias e comédias. Seria loucura dizer que teatro rima com imitação, se a célula do teatro não fosse a imitação do ser, do mel e da melancolia, da dor e da doçura, das comédias e tragédias do nosso dia-a-dia.Considerando a mágica essência da arte, talvez o teatro seria o caminho de uma sociedade melhor, mais fraterna. Talvez seria imitando o ser que passaríamos a compreender o que está por trás do mel e da melancolia das pessoas. É através desse mergulho teatral –de imitações – que vamos casar com a esperança e nos divorciar do preconceito e da ignorância.

domingo, 30 de agosto de 2009

É Preciso Amar as Pessoas
O amor é um sentimento grande, profundo, verdadeiro e ao mesmo tempodifícil de sentir,no sentido verdadeiro da palavra.Ele é capaz de mudar, transformar vidas, pois quando invade o coração,quebra as pedras, ou seja, todos aqueles sentimentos que nos trazemtristezas e nos deixam fechados para a vida.Quando amamos as pessoas, sentimo-nos melhores do que somos, poisentregamos um pouco do que somos, do que temos para oferecer.Não podemos deixar de demonstrar nossos sentimentos uns pelos outros.Esses sentimentos podem estar fazendo falta a alguém.As pessoas precisam ser amadas, lembradas...Só que, muitas vezes, esquecemos disso, porque estamos olhando somente paradentro de nós.Nossa vida está girando em torno de nós mesmos.Isso, na verdade, é a falta deste sentimento: O amor.Muitas vezes, por vergonha, "falta de tempo" ou mesmo por esquecimento,deixamos de demonstrar para as pessoas que amamos e o quanto elas sãoimportantes para nós, o quanto elas nos fazem falta e nos fazem felizes.Podemos estar perdendo uma grande oportunidade, por não sabermos o dia deamanhã.Na verdade, precisamos amar as pessoas como se não houvesse amanhã.Devemos amar a cada novo dia com a mesma intensidade de que amaríamosamanhã, pois para cada dia basta o seu próprio amor. (Autor Desconhecido)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Ser voluntário é exercer sua cidadania. É dever de construir algo junto às pessoas que não tiveram as mesmas oportunidades ou não têm as mesmas perspectivas que você. É sair da sua zona de comodidade e estender a mão em sinal de solidariedade a luta das minorias. É trazer um sorriso aos que esqueceram dessa dádiva. É acreditar que o seu potencial pode construir uma ponte entre o insucesso e o sucesso do seu vizinho. É participar da construção de uma sociedade mais digna a todos.
Ser voluntário, portanto, é “dar asas” àquele seu sonho antigo de preencher seu tempo contribuindo com a comunidade, é interagir com outras pessoas e debater novas idéias. É ser ativo diante de seus anseios e objetivos como cidadão.